domingo, 7 de agosto de 2016

Capítulo 12 - A Verdade por trás da Fantasia da Pornografia [Livro de Shelley Lubben]

XII

Uma Confissão

Inferno Humano

Capítulo Doze

“Força, f**** me com mais força!” Eu gritei de volta violentamente.

As palavras vulgares saltavam de minha boca enquanto eu estava

sendo penetrada no ânus por um ator brutal. Quando gritar não era

suficiente para suportar a dor, eu enchi minha boca com o pênis de

outro homem como uma chupeta humana. A sucção ajudou a aliviar a

dor. Respirar profundamente pelas narinas, o fedor de fluídos

corporais enchiam meus pulmões queimando. Podre, cheiro sujo de

anal, eu estava em um inferno humano.

Eu não conseguia sair dele. Não era permitido chorar. Eu via o que

acontecia com outras garotas que gritavam e destruíam as cenas. Eu

não ia gritar e tomar um soco no rosto.

Além disso, esta era a minha chance de provar ao mundo que eu era a

melhor.

Então, eu fiquei com a dor aguda. Dura, rápida e furiosa eu gritava

através das estocadas violentas. “F***-me! F***-me!” Eu gritei mais

alto. F***-se, pensei! Nenhum homem maldito poderia me machucar.

Eu jurava a cada estocada violenta. Nada que pudessem fazer para mim

teria efeito sobre mim. Imundos porcos selvagens, eles não eram nada

e eu os usava para pagar minhas contas. Rangendo os dentes em

negação, as poderosas mentiras em minha mente se repetiam ao som

de cada tapa e impulso violento.

Slap, slap, slap, slap, slap.

Aguente, Shelley. Aguente a dor. Mostre-lhes que você pode suportar.

Respire, apenas respire, Shelley.

“Oh Deus, oh Deus,” Eu gritava de dor.

Claro que não, eu disse a mim mesma. Eu não vou deixar que esses

babacas me vejam sofrer.

Então, eu escondia a dor excruciante, fingindo que era puro prazer.

Mas era puro inferno.

Com seis homens me penetrando em cada buraco possível, e de formas

imagináveis, fiquei mais doente e mais machucada. Quando eu me

tornei fraca demais para suportar a dor, o próprio Satanás entrou em

mim para me dar força ilimitada. Meus olhos verdes tornaram-se

negros e dilatados. Com um olhar infernal em meu rosto eu rosnei para

a câmera.

Então os porcos sairam de mim um por um e apontaram e

pulverizaram sua sujeira líquida por todo o meu rosto vermelho. Um

bocado de líquidos amargos e fezes, e eu fingi amar cada

minuto nauseante daquilo.

“Oh yeah baby, eu amo isso”, eu mentia com meus dentes cerrados. A

cena terminou com o último cara, que mal podia espremer uma gota.

Que porco.

Alguém me jogou alguns lenços umedecidos e disse-me que eu havia

feito um bom trabalho. Limpando o esperma do meu nariz, boca e

olhos, o sabor amargo daqueles porcos preso ao fundo de minha

garganta.

Vodka, pensei. Eu preciso de Vodka agora.

Eu levantei-me para ir ao banheiro, mas quando me sentei a dor pegou

todo o meu corpo. Peguei um lenço umedecido e delicadamente

comecei a limpar ao redor de minha bunda vermelha e inchada.

Maldição isso dói, amaldiçoei.

Mancando em direção ao chuveiro, alguém o estava usando.

Ótimo, pensei. Eu sou aquela que está com o rosto cheio de esperma e

que apanhou de alguns porcos e vai para o chuveiro. Peguei um pouco

mais de lenços umedecidos e me dirigi para a sala onde estavam

minhas malas.

“Isso não foi tão ruim, não é mesmo, Roxy”, disse um ator enquanto eu

limpava o esperma de meu rosto.

“Vá para o inferno”, eu disse a ele.

Naquela noite fui para casa e fumei uma erva e joguei tabuleiro Ouija

para relaxar. Quando perguntei ao meu guia espiritual qual era seu

nome, ele soletrou:



JESUS CRISTO

Nenhum comentário:

Postar um comentário